sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Perdão!


Uma das grandes alegrias da vida é saber que sempre podemos crescer e ter mais consciência de nós mesmos. Podemos ser melhores, mais felizes e mais sábios a hora que quisermos. É só uma questão de escolha.



Perdão

Aprenda a perdoar. É extremamente

difícil, mas vale a pena – e

é essencial para a saúde mental.

O maior desafio da vida?

O perdão é um desafio básico, diário. Ele vem em tamanhos grandes e pequenos. O desafio do perdão está no mundo desde o começo da consciência humana. (Roger Bertschausen)

A verdade é que todos temos dificuldade em perdoar. Alguns entendem os benefícios do perdão, empenham-se em conquistá-lo e acabam se tornando mestres. Outros tentam, mas não conseguem esquecer as mágoas, e continuam a sofrer. Independentemente da pessoa, das circunstâncias e do grau de dor envolvidos, o perdão é um desafio. Não é algo que surge espontaneamente em nós. É uma das virtudes mais difíceis de se adquirir.

A ênfase é dada ao dano que causamos a nós mesmos quando nos recusamos a perdoar e aos benefícios para a saúde mental de aprender a perdoar.

FATOS SOBRE O PERDÃO – O QUE ELE É E O QUE NÃO É

O perdão é um processo, não um evento. (Rose Sweet)

Uma das principais razões pelas quais tantas pessoas nunca experimentam a paz que surge com o perdão é que elas não entendem totalmente o seu significado. Muitas das falsas noções do que é o perdão as impedem até mesmo de tentar. Veja aqui o que o perdão não é,

  • Perdoar não significa continuar tolerando o comportamento nocivo de outra pessoa, nem negar o dano causado.
  • Perdoar não significa ter que fazer papel de mártir, nem tornar-se uma vítma.
  • Perdoar não significa fingir que está tudo bem. A dor é real e leva-se tempo para perdoar.
  • Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se. O perdão pode levar ao reatamento de uma relação, mas nem sempre isso acontece.
  • Perdoar não significa que você irá esquecer. Dizem que devemos “perdoar e esquecer”, mas nem sempre é possível apagar completamente a mágoa de nossa memória. Não podemos negar a realidade, mas podemos perdoar sem esquecer.
  • Perdoar não é sinal de fraqueza. Perdoar uma pessoa que o magoou não é “acovardar-se”; é dar um passo na direção da cura da alma.

Isso também nos ajuda a entender o que é o perdão. Ele tem vários componentes, e quando aprendemos a rconhecê-los aumentamos as chances de descobrir em nós a força para perdoar:

  • O perdão é uma atitude, que o dicionário Merriam Webster define como “um posicionamento mental”. É uma atitude mental que determina se escolhemos manter a mágoa ou se decidimos investir na cura.
  • O perdão é uma escolha. Já que todas as atitudes são escolhas, sempre temos a liberdade de escolher os melhores métodos para conseguir lidar com a dor.
  • O perdão é um processo. Não é algo que fazemos do jeito mais “rápido e fácil”, Leva tempo e exige dedicação.
  • Perdoar é abandonar o passado. Apesar de ser a mais difícil, essa é a parte mais importante do processo. Não podemos desfrutar o presente se estamos presos ao passado.
  • O perdão é uma forma de cura. É a única coisa que nos permite seguir em frente depois que fomos magoados. É nos dar conta de que temos maneiras melhores de gastar nossa energia.
  • O perdão é um sinal de força. Algumas pessoas orgulhosamente afirmam que “nunca perdoam”, como se essa fosse uma atitude digna de admiração. Pois não é – é um sinal de fraqueza. O verdadeiro perdão exige caráter e coragem.

Os fracos nunca conseguem perdoar. O perdão éum atributo dos fortes. (Mahatma Gandhi)


O PREÇO DO RESSENTIMENTO

Todas as vezes que estiver cheio de ressentimento, você estará

entregando o controle da sua vida emocional aos outros, para

que eles a manipulem. (Wayne Dyer)


A raiva jamais desaparecerá se nutrirmos o ressentimento em

nossa mente. A raiva irá desaparecer assim que esquecermos o ressentimento. (Buda)


Aqui estão cinco questões simples para você:

  1. Você se envenenaria deliberadamente?
  2. Você voluntáriamente pediria que o prendessem, mesmo que não tivesse feito nada de errado?
  3. Você carregaria duas malas cheias de tijolos o dia inteiro, mesmo que isso não tivesse qualquer propósito?
  4. Você se amarraria numa mesa de tortura e pediria a alguém que lhe infligisse dor?
  5. Você pediria a alguém que o magoou que o magoasse ainda mais, e continuasse fazendo isso indefinidamente?

Podem parecer perguntas bobas, com respostas óbvias. Claro que responderíamos “não” a todas elas. Fazer tais coisas seria ilógico, masoquista e estúpido. Que pessoa normal escolheria ser ferida ou prejudicada de tais maneiras? Mas é exatamente o que fazemos quando nos recusamos a perdoar, ou não aprendemos a perdoar. Atraímos mais mágoa para nós mesmos. O ressentimento envenena nossa mente, nos aprisiona, entrava nossos passos e permite que os outros nos magoem ainda mais. Ao não perdoar quem nos feriu, damos poder a essa pessoa para continuar nos maltratando. Esse é o preço a pagar pelo ressentimento – nós de fato escolhemos continuar a sofrer.


Acredito que negar o perdão é escolher continuar sendo a vítima. Lembre-se de que você sempre tem uma escolha. (Larry James)


A coisa mais importante a entender a respeito do ressentimento, ou da falta de perdão, é que dessa forma você permite que a dor continue, enquanto aquele que o magoou segue sua vida, sem nem mesmo pensar em você. Por que fazer essa escolha?


É POSSÍVEL APRENDER A PERDOAR

O perdão é uma habilidade que pode ser adquirida, assim como

aprender a jogar beisebol. (Dr. Fred Luskin)


Se realmente queremos amar, precisamos antes aprender

a perdoar. (Madre Teresa)


Por mais impossível que pareça em determinadas circunstâncias, o perdão pode ser aprendido. (...), perdoar é um desafio constante, difícil de praticar e de manter. Mas vale a energia e o esforço necessários, porque o perdão genuíno gera resultados positivos contínuos. Talvez ele não leve à reconciliação, mas sempre leva à cura dos sentimentos e à paz de espírito. Essas são excelentes razões para aprender a perdoar.

O ponto de partida para o perdão é lembrar que somos seres humanos providos de sentimentos, o que nos torna vulneráveis e suscetíveis a mágoas. Ninguém escapa delas. Também precisamos lembrar que às vezes magoamos os outros. Todo mundo faz isso. A dor é inevitável na vida. E existe um motivo simples para que ela aconteça: somos seres falhos, e às vezes fazemos coisas insensíveis que magoam os outros. Já que a dor – física ou emocional – faz parte da existência, vivemos melhor quando aprendemos a controlá-la. Isso é necessário não apenas para a nossa sobrevivência, mas para o nosso crescimento. Ao superar a mágoa, fazemos uma importante escolha:

A dor é inevitável. O tormento é opcional. (Tim Hansel)

Quando aceitamos essa realidade, nos tornamos mais capazes de aprender algumas estratégias para lidar com as nossas mágoas. ...,:

  1. A atitude é o ponto de partida para tudo o que fazemos.
  2. Sempre temos a liberdade de escolher uma atitude que funciona a nosso favor ou contra nós.
  3. Uma atitude positiva sempre vence a negativa.

A vida pode não ser perfeita, mas podemos aprender a sofrer

menos. Podemos aprender a perdoar, podemos

aprender a curar. (Dr. Fred Luskin)


OS 10 MELHORES BENEFÍCIOS DO PERDÃO

O perdão é um presente que damos a nós mesmos. (Larry James)

  1. O perdão leva ao fim do comportamento autodestrutivo.

Praticamos o perdão por dois motivos. O primeiro é deixar que os outros saibam que não queremos mais ficar num estado de hostilidade com aquela pessoa; e o segundo é que nos libertamos da energia autodestrutiva do ressentimento. (Wayne Dyer)

O perdão quebra o ciclo autodestrutivo da raiva e do ressentimento, que só nos impede de evoluir. Aprendemos a perdoar para superar esses demônios, experimentar o alívio emocional e continuar vivendo nossa vida. (Sarah Buckley, M.D.)

  1. O perdão nos liberta do passado.

Não perdoar é ser aprisionado pelo passado, pelas mágoas que não permitem que a vida prossiga normalmente. (Robin Carsarjian)

Perdoar significa abandonar o passado. (Gerald Jampolsky)

  1. O perdão nos liberta e permite que sigamos em frente.

Perdoar é libertar um prisioneiro e descobrir que o prisioneiro era você. (Lewis B. Smedes)

Quando guardamos ressentimentos contra alguém, ficamos presos a essa pessoa ou a essa condição por uma amarra emocional mais forte do que o aço. O perdão é a única maneira de dissolver essa amarra e nos libertarmos. (Catherine Ponder)

  1. O perdão nos torna pessoas melhores.

Ficar contabilizando as mágoas antigas, dar o troco e vingar-se ainda mais sempre fazem você ser menos do que é. (Malcolm Forbes)

Prejudicar o inimigo deixa você abaixo dele; vingar-se do inimigo coloca você no nível dele; perdoá-lo põe você acima dele. (Benjamin Franklin)

  1. O perdão reforça o nosso caráter.

A alma humana nunca parece tão forte como quando esquece a vingança e ousa perdoar uma mágoa. (E. H. Chapin)

Força de caráter significa ter a capacidade de superar o ressentimento contra os outros, esconder as mágoas e perdoar rapidamente. (Lawrence G. Lovasik)

  1. O perdão nos torna pessoas mais amorosas.

Só podemos amar se aceitarmos o perdão, e quanto mais profunda for nossa experiência com o perdão, maior é o nosso amor. (Paul Tillich)

O perdão é a forma final do amor. (Reinhold Niebuhr)

  1. O perdão melhora a nossa saúde física e mental.

As pesquisas científicas mostram claramente que aprender a perdoar faz bem para a satisfação, para a saúde mental e, de acordo com os dados mais recentes, também para a saúde física. (Dr. Fred Luskin)

As pessoas que substituem a raiva, a hostilidade e o ódio pelo perdão têm melhor saúde cardiovascular e menos problemas de saúde a curto prazo. (Carl Thoresen, Ph.D.)

  1. O perdão nos dá paz de espírito.

Perdoar aqueles que nos magoam é a chave para a paz interior. (G. Weatherly)

O perdão é uma correção interna que deixa o coração mais leve. Serve, em primeiro lugar, para nos trazer paz de espírito. Quando estamos em paz, temos paz para oferecer aos outros, e esse é o presente mais permanente e valioso que podemos dar. (Gerald Jampolsky)

  1. O perdão nos deixa mais sábios.

O perdão é uma parte essencial da sabedoria. (Erwin G. Hall)

O homem sábio se apressa em perdoar, porque ele sabe o verdadeiro valor do tempo e não irá desperdiçar o seu com uma dor desnecessária. (Samuel Johnson)


10. O perdão honra a Deus.


Efésios - 4:32

***#***

Uma das grandes alegrias da vida é saber que sempre podemos crescer e ter mais consciência de nós mesmos. Podemos ser melhores, mais felizes e mais sábios a hora que quisermos. É só uma questão de escolha.

Choices That Change Lives

Copyright © 2006

Urban, Hal, 1940-

978-85-7542-528-2

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Quem Endureceu o Coração do Faraó?

A maioria das religiões ensina que Deus "é Amor", mas como poderia um Deus de Amor forçar alguém a fazer algo errado para posteriormente destruí-lo?


Aparentemente isso é que se conclui que Deus fez ao Faraó do Egito se lermos o texto de Êxodo 4: " 21 E disse o Senhor a Moisés: Quando voltares ao Egito, atenta que faças diante de Faraó todas as maravilhas que tenho posto na tua mão; mas eu endurecerei o seu coração, para que não deixe ir o povo."


E vários outros textos continuam a afirmar tal ato de Deus, podemos ver isso em Êxodo 7:3; 9:12; 10:1; 10:20


O livro "Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia" procura explicar essas passagens, mencionado na página 71, "Deus não endureceu o coração do Faraó contrariamente ao que o próprio Faraó por sua livre vontade determinou. A Escritura deixa claro que Faraó endureceu seu coração . Ela declara que "o coração de Faraó se endureceu".


Ora é claro que endureceu! Quem havia dito que endureceria o coração de Faraó?


O próprio registro bíblico afirma em Isaias 55:11 que: "Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes, fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei."


Se Deus havia dito que endureceria o coração do Faraó e tal fato não ocorresse como ficaria?


Então resta explicar por que Deus agiu de tal forma com Faraó?


Num próximo artigo vou colocar o que penso a respeito, mas se alguém tiver alguma idéia, está convidado a colocar o seu parecer.

sábado, 30 de outubro de 2010

Textos Favoritos!

Muitas pessoas tem seus textos e citações favoritas;

Abrimos aqui um espaço para que essas pessoas possam comentá-las e postá-las aqui.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O Corpo Governante

Esta expressão não existe nos evangelhos, ela é usada pela Organização das Testemunhas de Jeová como uma forma de manter os seus seguidores agrupados sob um só ensino centralizado.
Eles ensinam que o Corpo Governante foi  instituído por Jesus e que assim eles tem "autoridade" sobre os demais para ensinar e aconselhar uma série de regras e preceitos humanos.
E que os demais devem obedecer os ditames desse Corpo Governante.
Seria como a maioria das religiões existentes em que muitas  tem um Líder que deve ser acatado e obedecido, a religião Católica é um exemplo, com o Líder denominado Papa.
A respeito desse Corpo Governante veja o que diz  a Sentinela de 1972, p. 656 par. 15 " Como seu modo de encarar a autoridade influi na sua vida O corpo governante visível da organização de Jeová também recebeu autoridade Dele para dirigir a obra de Seus adoradores na terra, no tempo atual. (Mat. 24:45-47) A congregação e seus superintendentes mostram que encaram a autoridade de modo correto quando aceitam voluntariamente seu conselho provido por intermédio da página impressa, de cartas ou de seus representantes viajantes. Às vezes, há a tendência de se duvidar da correção de certo conselho, talvez na questão da vestimenta ou do corte do cabelo, considerando isso como intromissão em assuntos particulares e na “liberdade” da pessoa. Entretanto, quem tiver o conceito correto da autoridade reconhecerá a preocupação que a organização de Jeová tem para com o modo em que Deus é representado perante o mundo por nosso intermédio. (1 Cor. 4:9) Não considerará as instruções como regras arbitrárias, mas como evidência do interesse amoroso nos seus adoradores. — Pro. 3:12.

Essa  idéia de autoridade sobre as pessoas certamente não era a idéia de Jesus, senão vejamos..

.Em certa ocasião a mãe de Tiago e João veio falar com Jesus fazendo-lhe o pedido de que desse aos seus filhos uma posição de destaque no seu Reino.

Vejamos a resposta de Jesus registrada em    Mateus 20:25-27 . . ."Jesus, porém, chamando-os a si, disse: “Sabeis que os governantes das nações dominam sobre elas e que os grandes homens exercem autoridade sobre elas. 26 Não é assim entre vós; mas, quem quiser tornar-se grande entre vós tem de ser o vosso ministro, 27 e quem quiser ser o primeiro entre vós tem de ser o vosso escravo. "

Esse era o pensamento de Jesus, ninguém dominando ninguém.

Em outra ocasião o apóstolo João viu alguém expulsar demônios e veio falar com Jesus, vejamos o que diz o Livro Estudo Perspicaz das Escrituras, volume 2, página 30, tópico "Quem não é contra nós, é por nós"
Numa ocasião, o apóstolo João disse a Jesus: “Instrutor, vimos certo homem expulsar demônios pelo uso de teu nome, e tentamos impedi-lo, porque não nos acompanhava.” Este homem, evidentemente, era bem sucedido em expulsar demônios, porque Jesus disse: “Ninguém há que faça uma obra poderosa à base do meu nome que logo possa injuriar-me.” Portanto, Jesus ordenou que não tentassem impedi-lo, “pois quem não é contra nós, é por nós”. (Mr 9:38-40) Nem todos os que criam em Jesus acompanhavam pessoalmente a ele e os seus apóstolos no ministério. Naquela época, pela vontade de Deus, vigorava o pacto da Lei, e Deus, por meio de Jesus Cristo, ainda não havia inaugurado o novo pacto e o começo da congregação cristã de chamados. Apenas a partir de Pentecostes de 33 EC, depois de Jesus, por meio do seu sacrifício, ter removido a Lei, era necessário que aquele que servisse em nome de Cristo se associasse com esta congregação, cujos membros eram batizados em Cristo. (At 2:38-42, 47; Ro 6:3) Então, em vez de Deus tratar com a nação carnal de Israel, como havia feito até aquele tempo, ele reconheceu a congregação cristã como sua “nação santa”.
Vemos que aqui é ensinado que Jesus não obrigou tal homem  a segui-lo porque a Congregação Cristã ainda não havia sido fundada, fato que ocorreu segundo o relato do Livro em 33 E.C. depois de Cristo.

Isso é ensinado conforme vimos acima pelo chamado "Corpo Governante" das Testemunhas de Jeová, mas e nos primórdios da igreja será que era assim?


Vejamos............
Se assim for o Apóstolo Paulo desobedeceu o Corpo Governante da época começando a pregar logo após a visão que teve na estrada para Damasco.
Ou então Jesus não honrou o pacto feito com esse Corpo Governante e deu ordens a parte para o Apóstolo Paulo.

Veja o relato em Gálatas 1:15-20) " Mas, quando Deus, que me separou da madre de minha mãe e [me] chamou por intermédio da sua benignidade imerecida, achou bom 16 revelar o seu Filho em conexão comigo, para que eu declarasse às nações as boas novas a respeito dele, não entrei imediatamente em conferência com carne e sangue. 17 Tampouco subi a Jerusalém, aos que eram apóstolos antes de mim, mas parti para a Arábia e voltei novamente a Damasco. 18 Então, três anos depois, subi a Jerusalém para visitar a Cefas, e fiquei com ele quinze dias. 19 Mas, não vi nenhum outro dos apóstolos, a não ser Tiago, o irmão do Senhor. 20 Agora, quanto às coisas acerca das quais vos estou escrevendo, eis que não estou mentindo à vista de Deus".

Parece ser uma clara desobediência de Paulo ao Corpo Governante da época.
Paulo continua o relato dizendo que 14 anos depois, subiu a Jerusalém por causa duma revelação.
Parece que os apóstolos e demais judeus em Jerusalém pregavam a circuncisão coisa  que Paulo não fazia.

Paulo dá a entender esse fato ao escrever o seguinte: Gálatas 2:3 " Não obstante, nem mesmo Tito, que estava comigo, foi compelido a ser circuncidado, embora fosse grego."

Parece estranho tal fato pois se essa congregação, esse Corpo Governante tinha sido fundado pelo ressuscitado Jesus, eles estavam muito mal informados.

Paulo reclama amargamente de alguns desses líderes, aos não menciona por nome, veja o relato em Gálatas 2:4-6 4 Mas, por causa dos falsos irmãos, introduzidos quietamente, que entraram furtivamente para espreitar a nossa liberdade, que temos em união com Cristo Jesus, a fim de que nos escravizassem completamente — 5 a estes não cedemos no sentido de nos submetermos, não, nem por uma hora, para que a verdade das boas novas continuasse convosco. 6 Mas, da parte dos que pareciam ser alguma coisa — que sorte de homens eles eram anteriormente não faz diferença para mim — Deus não vai pela aparência externa dum homem — a mim, de fato, estes homens de destaque não transmitiram nada de novo.

Mas no fim tudo terminou bem pois Tiago, Cefas e João foram para o lado de Paulo e as coisas entraram novamente nos eixos, veja o relato em Gálatas 2:7-10 ".Mas, ao contrário, quando viram que eu tinha sido incumbido das boas novas para com os incircuncisos, assim como Pedro [tinha sido] para com os circuncisos — 8 pois, Aquele que deu a Pedro os poderes necessários a um apostolado para com os circuncisos, deu também a mim poderes para com os que são das nações; 9 sim, quando ficaram sabendo da benignidade imerecida que me tinha sido concedida, Tiago, e Cefas, e João, os que pareciam ser colunas, deram a mim e a Barnabé a mão direita da parceria, para que fôssemos às nações, mas eles aos circuncisos. 10 Apenas devíamos lembrar-nos dos pobres. Esta mesma coisa diligenciei também fazer"


O livro "Crise de Consciência" escrito por um ex-membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, Raymond Franz, nas páginas 101 a 105, tem relatos muito interessante a esse respeito.
O livro foi publicado  pela Editora Hagnos em 2002 - ISBN 85-88234-36-X

Conforme podemos ver o Corpo Governante não passa de mais um ensino da Organização das Testemunhas de Jeová  que poderia ser tachado de APÓSTATA.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Em Mateus 5: 44,45 Jesus disse: No entanto eu vos digo: Continuai a amar vossos inimigos e a orar pelos que vos prseguem; para que mostreis ser filho de vosso Pai, que está nos céus.....
A que inimigos Jesus se referia que devemos amar e orar.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O ESCRAVO FIEL E DISCRETO

Cada religião que existe ou existiu, sempre teve seu fundador ou líder espiritual que seus adeptos ou seguidores respeitam e acatam os seus ditames. Por exemplo, a religião Católica tem o PAPA, os Mormons OS DOZE APÓSTOLOS que segundo o que ensinam estão com eles. 

As Testemunhas de Jeová não fogem a regra e tem O ESCRAVO FIEL E DISCRETO que segundo eles é o único autorizado “a alimentar espiritualmente” o Povo de Deus.

Vamos então procurar entender como eles chegaram até aqui e verificar se de fato este ESCRAVO é realmente FIEL E DISCRETO.

 Primeiramente precisamos entender como o fundador das TESTEMUNHAS DE JEOVÁ , Charles Taze Russel entendia o ESCRAVO como agora é ensinado pelas Testemunhas de Jeová.

Em 1881 C.T.Russel começou a ensinar a respeito desse ESCRAVO, conforme o livro TESTEMUNHAS DE JEOVÁ PROCLAMADORES DO REINO DE DEUS na página 142, Assim, no número de outubro-novembro de 1881 dessa revista, C. T. Russell disse: “Cremos que todo membro deste corpo de Cristo está empenhado no abençoado trabalho, quer direta, quer indiretamente, de dar sustento a seu tempo aos da família da fé. ‘Quem é, pois, esse servo fiel e prudente a quem seu Senhor constituiu sobre a sua casa’ para dar o sustento a seu tempo? Não é esse ‘pequeno rebanho’ de servos consagrados que vêm fielmente cumprindo seus votos de consagração — o corpo de Cristo — e não é o inteiro corpo individual e coletivamente que dá o sustento a seu tempo aos da família da fé — a grande companhia dos que crêem? Bendito é esse servo (o inteiro corpo de Cristo) a quem seu Senhor ao chegar (gr.: elthon) o encontrar fazendo assim. ‘Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.’”

Logo depois a esposa de C.T.Russel expressou-se publicamente com a idéia que o próprio Russel era o ESCRAVO.

Russel não refutou tal idéia, mas também não rejeitou, conforme o Livro TESTEMUNHAS DE JEOVÁ PROCLAMADORES DO REINO DE DEUS, pag.143 - Mais de uma década depois, porém, a esposa do irmão Russell expressou publicamente a idéia de que o próprio Russell era o servo fiel e prudente. O conceito que ela expressara sobre a identidade do ‘servo fiel’ chegou a ser sustentado de modo geral pelos Estudantes da Bíblia por uns 30 anos. O irmão Russell não rejeitou o conceito deles, mas pessoalmente evitou fazer tal aplicação do texto, o que salientava a sua oposição à idéia de uma classe clerical comissionada a ensinar a Palavra de Deus em contraste com uma classe leiga não comissionada assim. O entendimento expresso pelo irmão Russell em 1881 de que o servo fiel e prudente era na realidade um servo coletivo, composto de todos os membros ungidos pelo espírito, que constituem o corpo de Cristo na Terra, foi reafirmado na Watch Tower de 15 de fevereiro de 1927.

Anos mais tarde com a morte de Russel a Sociedade Torre do Vigia viu que tal ensinamento era de muito valor para manter unidas as Testemunhas de Jeová e reforçou a aplicação dessa doutrina.

Veja o que deve ser ensinado para as futuras Testemunhas de Jeová, conforme MINISTÉRIO DO REINO de 2002 pág.1 parágrafo 3

Cabeça e Rei reinante: As pessoas também precisam reconhecer que Jeová deu ao seu Filho grande autoridade. Jesus foi empossado como Rei do Reino de Deus — ‘a ele pertence a obediência dos povos’. (Gên. 49:10) Além disso, Jeová o designou Cabeça da congregação. (Efé. 1:22, 23) Temos de ajudar nossos estudantes da Bíblia a entender como Jesus dirige a congregação e usa “o escravo fiel e discreto” para dar “alimento [espiritual] no tempo apropriado”. — Mat. 24:45-47.

Veja até onde eles chegaram para forçar todos a ouvir, obedecer e crer que são orientados pelo Espírito Santo.

Dizem eles na Sentinela 1° Agosto de 1982, pag.27 parag.4 - Não importa onde vivamos na terra, a Palavra de Deus continua a servir de luz para a nossa senda e de lâmpada para o nosso caminho, no que se refere à nossa conduta e às nossas crenças. (Salmo 119:105) Mas, Jeová Deus proveu também sua organização visível, seu “escravo fiel e discreto”, composto dos ungidos com o espírito, para ajudar os cristãos em todas as nações a entender e a aplicar corretamente a Bíblia na sua vida. A menos que estejamos em contato com este canal de comunicação usado por Deus, não avançaremos na estrada da vida, não importa quanto leiamos a Bíblia. — Veja Atos 8:30-40.

Afirmam que a Palavra de Deus continua a servir como luz, mas se não aceitarmos as idéias do ESCRAVO ou o que eles afirmam ser a verdade, não avançaremos na estrada da vida.

Bem isso seria verdade se esse ESCRAVO fosse realmente o FIEL E DISCRETO.

Para tanto precisamos identificar quem eles realmente são!

Vamos voltar ao fundador das testemunhas de Jeová, Charles Taze Russel e verificar como eles aprenderam as suas doutrinas.

Se como eles dizem o ESCRAVO FIEL E DISCRETO nunca deixou de existir , então Russel deve ter procurado aprender com eles a VERDADE!

Veja o livro APROXIMOU-SE O REINO DE DEUS DE MIL ANOS nas pags. 341,342 parag.21-23

Embora suscitasse a pergunta sobre o “escravo fiel e discreto”, Jesus não tinha dúvida sobre quem era este “escravo”. Indubitavelmente, Jesus pensava naquele “servo” de Jeová Deus, naquele “Israel de Deus”. Não havia engano em determinar este “servo” composto. Ele havia comprado esse Israel de Deus como seu escravo, com o preço de seu próprio sangue, e na ilustração dada na sua profecia podia referir-se a ele como um “escravo” composto, alguém que se mostraria “fiel e discreto”. Visto que Jesus falou sobre este “escravo” na sua profecia a respeito do “sinal da [sua] presença e da terminação do sistema de coisas”, será que este composto “escravo fiel e discreto” só veio à existência durante a “presença” ou parusia dele, a partir de 1914?

22 - Não; porque a ilustração de Jesus retrata o senhor do “escravo” como indo embora, como “homem que viajou para fora e deixou a sua casa, dando autoridade aos seus escravos”. (Marcos 13:34) De modo que o “escravo fiel e discreto” é alguém “a quem o seu amo designou sobre os seus domésticos, para dar-lhes o seu alimento no tempo apropriado”. (Mateus 24:45) Foi há mais de dezenove séculos atrás, por ocasião de sua ascensão ao céu, que o “amo” do “escravo” com posto foi embora, dando ao “escravo” instruções para alimentar os “domésticos”. (Mateus 28:16-20) Os “domésticos” não eram da família do amo, mas eram seus “criados” (Trinitária) ou seus “outros empregados”. (BLH) Eram escravos, assim como o “escravo fiel e discreto” encarregado de alimentá-los. De modo que eram todos um grupo de escravos e estavam todos sujeitos ao mesmo “amo”. Todos tinham a obrigação de ser ‘fiéis e discretos’.

23 - A ilustração de Jesus começou a ter cumprimento quando ele partiu no ano 33 E.C. e o “escravo” composto tem existido desde então, a saber, “o Israel de Deus”, a congregação de Cristo, gerada pelo espírito e ungida, cujo rol de membros atingirá finalmente 144.000. (Revelação 7:4-8; 14:1-3)

Pela lógica Russel devia ter entrado em contato com esse ESCRAVO.

Mas da onde tirou Russel essas doutrinas?

O Livro TESTEMUNHAS DE JEOVÁ PROCLAMADORES DO REINO DE DEUS, diz na página 48 parag.4 e pág.49 parag.3,4 Que dizer de outras doutrinas bíblicas que foram consideradas na Watch Tower e em outras publicações? Reivindicou Russell todo o mérito de ter desvendado essas gemas da verdade? Russell explicou: “Descobrimos que por séculos várias seitas e grupos dividiram entre si as doutrinas da Bíblia, misturando-as, em grau maior ou menor, com especulação e erro humano . . . Descobrimos que a importante doutrina da justificação pela fé e não pelas obras fora claramente enunciada por Lutero e mais recentemente por muitos cristãos; que a justiça, o poder e a sabedoria divina foram cuidadosamente preservados pelos presbiterianos, embora não discernidos claramente; que os metodistas apreciaram e louvaram o amor e a compaixão de Deus; que os adventistas prezaram a doutrina sobre a volta do Senhor; que os batistas, entre outros pontos, sustentaram corretamente a doutrina do batismo em sentido simbólico, embora tivessem perdido de vista o verdadeiro batismo; que, fazia tempo, alguns universalistas sustentavam vagamente alguns pensamentos relativos à ‘restauração’. Assim, quase todas as denominações deram evidência de que seus fundadores vinham buscando a verdade: mas bem evidentemente o grande Adversário lutou contra eles e erroneamente repartiu a Palavra de Deus, que ele não podia destruir totalmente.”

A respeito da cronologia que apresentava com freqüência, Russell disse: “Quando dizemos ‘nossa’ cronologia, referimo-nos meramente àquela que nós usamos, à cronologia da Bíblia, que pertence a todos os do povo de Deus que a aprovam. De fato, muito antes de nossos dias, foi usada praticamente na forma em que a apresentamos, assim como várias profecias que usamos foram usadas para um propósito diferente pelos adventistas, e diversas doutrinas, que sustentamos e que parecem tão novas, atuais e diferentes, foram sustentadas de alguma forma muito tempo atrás: por exemplo — a Eleição, a Graça Gratuita, a Restauração, a Justificação, a Santificação, a Glorificação, a Ressurreição.”
Então, como entendeu Russell o papel que ele e seus associados desempenharam em divulgar a verdade bíblica? Ele explicou:
“Nosso trabalho . . . tem sido de ajuntar estes fragmentos da verdade há muito espalhados e apresentá-los ao povo do Senhor — não como novos, não como nossos, mas como do Senhor. . . . Precisamos rejeitar qualquer mérito até mesmo de termos encontrado e reagrupado as jóias da verdade.” Ele disse mais: “A obra em que o Senhor se agradou em usar nossos humildes talentos tem sido menos uma obra de originação do que de reconstrução, reajuste, harmonização.”

E agora, se Russel pegou como ele mesmo diz “fragmentos da verdade” de outras religiões, significa isso que o ESCRAVO FIEL E DISCRETO estava nessas religiões e divido já que a busca foi feita em várias delas?

Se essas religiões não tinham o ESCRAVO FIEL E DISRETO, então o que Russel estava fazendo era apostasia!

E se fosse o ESCRAVO ele tinha que se juntar a eles.
Agora a pergunta: Com que religião, já que em várias haviam jóias da verdade!

É realmente complicado.

O ESCRAVO tão propagado pela Sociedade Torre de Vigia, não deixa de ser algo muito suspeito e perigoso de se seguir, e isso porque são idéias de homens e a Bíblia diz em Jeremias 17:5 Assim disse Jeová: “Maldito o varão vigoroso que confia no homem terreno e que realmente faz da carne o seu braço, e cujo coração se desvia do próprio Jeová. E veja o que Jesus disse aos fariseus dos seus dias, leia Mateus 15: 7-9 - 7 Hipócritas! Isaías profetizou aptamente a vosso respeito, quando disse: 8 ‘Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está muito longe de mim. 9 É em vão que persistem em adorar-me, porque ensinam por doutrinas os mandados de homens.’”

7 Hipócritas! Isaías profetizou aptamente a vosso respeito, quando disse: 8 ‘Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está muito longe de mim. 9 É em vão que persistem em adorar-me, porque ensinam por doutrinas os mandados de homens.’”

Atenção você pode estar colocando sua vida eterna em perigo por achar que este que se diz ESCRAVO não tem nada de ESCRAVO e muito menos FIEL E DISCRETO!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Este Livro publicado pela Sociedade Torre de Vigia, canal oficial das Testemunhas de Jeová, deveria ser leitura obrigatória para todo adepto dessa religião. Infelizmente a grande maioria nunca leu na inteireza este livro. Ele reponderia a muitas perguntas, como por exemplo: Podemos chamar pessoas de outras religões de ¨irmão(a)?¨